terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A "verdadeira" História do Natal

Era uma vez três porquinhos...

... e assim nasceu o Espirito de Natal! :p

O Susbtituto do Pai Natal

O Pai Natal pode ter-se transformado em ceia de natal, mas os espirito Natalicio continua vivo! lol

FELIZ NATAL PARA TODOS!!!!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Flutuo ao sabor do vento

Flutuo ao sabor do vento
Navego sem rumo no mar
Procurando um caminho
Um destino relutante em se revelar

Abro as velas para deixar o ar entrar
Mas a doce brisa impede-me de avançar
Permanecendo, tristemente, no mesmo lugar

Que odisseia é esta?
Que recusa-se a iniciar
Que vida é esta?
Que termina. Mesmo antes de começar

Falsidades constantes
Sendo nós os verdadeiros farsantes
Numa feira de diversidades
Onde não se tolera as verdades
E se ama a mentira

E assim, continuo à deriva
Nesta realidade a que chamo vida
Nas nuvens de ilusões, perdida
Agarrada à minha verdade



Ana Matos
20.09.2007

sábado, 8 de novembro de 2008

(...)

...



(Por vezes, as palavras de nada servem para descrever o que se sente. São inuteis.)

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Raio de Esperança

Felizmente, qualquer dano pode ser reparado. Nada é eterno, neste mundo efémero.

As trevas lutam com a luz, num ciclo infinito. O Pôr-do-sol dá lugar ao Nascer-do-sol, e vice-versa. Na natureza nada se desperdiça, tudo se recicla.

Félix renasce das próprias cinzas. Félix é uma ave mítica, que existe em todos nós.

As chamas da angústia podem deixar queimaduras graves na nossa alma. Contudo, existe uma infindável lista de soluções, num universo medicinal cada vez mais avançado. Além disso, o «tempo» aliado ao «amor» cura tudo, sarando inclusive as feridas mais expostas e dolorosas.

Arde no fogo da paixão louca, no desespero descontrolado, na adrenalina pura e no medo absurdo! Seja qual for o motivo das cicatrizes que trazes cravadas no peito, apenas indicam que um dia passaste os limites. Avisam que errar é humano. Relembraram que renascer em si mesmo, humano é.

Queimei-me na fúria1 de viver. Sou (presentemente) cinza sufocante no ar quente. Estou a recolher os pedaços espalhados do meu ser. Renascerei das (aparentemente) inférteis cinzas.
E afirmarei: Sou Phélix!



Ana Matos
30.10.2008
1 - Independentemente do sentido de “fúria”

Ser Danificado

As nuvens cobrem a luminosidade dos céus. O dia é triste. A vida é triste.

A chuva une-se com o gélido vento para tentar penetrar no interior da habitação, jogando-se contra os vidros ferozmente. Mas o que me habita já é desolador o suficiente. A chuva e o vento não podem destruir o danificado.

A cabeça pesa, o estômago dá voltas, os pessimistas pensamentos amontoam-se e o “nó” na garganta cresce, permanecendo, contudo, tudo imóvel. O tempo é infinito e impossível de ser alcançado. De subido, uma aberta, mas sem sol, esvoaça na mente.

A beleza de um pulso branco, com as suas veias translúcidas imana das profundezas do meu ser. A pulsação aprisionada no corpo, prestes a ser libertada da sua função milenar.

Quase que consigo ver um pequeno e preciso corte num inocente capilar, fazendo-o chorar de forma continua. Depois, prosseguindo o choro, um corte que liberte todo o pulso.

O sangue vermelho vivo desliza pela branca pele aveludada, manchando os tecidos que a envolvem.

E os pensamentos? Desconheço. Talvez medo, hesitação, vergonha, arrependimento, angústia ou liberdade. Desconheço-os…

Contudo, a imagem é bela. As gotas caem gentilmente, seguindo a força da gravidade, criando uma pequena poça. A mão, que era branca, pálida fica, criando-se o contraste perfeito.

Finalmente tudo fica efectivamente imóvel. O interior iguala o que o rodeia, apenas se movendo a chuva e o vento. Tentam penetrar cá dentro, na habitação. Mas mesmo que conseguissem, não podem destruir o danificado.


Ana Matos
13.01.2008

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Felicidade

Não consigo esconder o enorme sorriso, de enamoramento, de pura paixão, de sincero carinho, que rasga o meu rosto.

Sinto uma imensa felicidade que transborda do meu ser. É inexplicável. Mas é uma sensação tão boa…

Apesar da minha “bipolaridade” fico grata por viver este sentimento de forma tão intensa. Da mesma forma que, por vezes, a escuridão invade o que me habita, a luz ilumina os meus pensamentos. Contudo, esta claridade não ofusca. Permite-me visualizar a beleza do meu mundo. Pinta as imagens monocromáticas, de cores alegres e vivas!

Estou realmente grata. Apesar dos meus devaneios, estou grata pelo amor que ofereço e recebo.

Obrigada.

Ana Matos
19.10.2008

Educação é Libertação

A Educação é o caminho para a Liberdade.

(Apenas um facto)


a.m

domingo, 19 de outubro de 2008

Mãos

Há quem afirme que «uma imagem vale por mil palavras». Eu concordo. Mas uma imagem aliada a algumas simples palavras, consegue captar a essência de um momento mágico.

Ana Matos

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Andam uns pais a criar uma filha para trabalhar na Sagres!?!

(O mundo está perdido... Antigas actividades já não são efectuadas... lol - Ainda bem para mim e para os meus pais!)

Trabalho… Não trabalhoso, mas muito cansativo.

Finalmente de volta ao “activo”! lol


Loira, Preta, Boémia, Ligh, Zero e mini’s

Mas o que querias mesmo era enganar-te, propositadamente, e entrares num dos 3 balneários masculinos!?! ;p

Por vezes, a verdadeira embriaguez não provem do álcool…


A.M.

sábado, 11 de outubro de 2008

Beleza



A beleza reside no olhar…



A beleza existe. Em todos os seres e objectos.


A beleza alimenta-se do sentimento…


A beleza é uma ideia, idealizada. Ou vulgar.

A beleza respira, vê, ouve e sente…


A beleza habita no nosso interior. Basta desejar contempla-la.


A felicidade está à distância do estender do braço. Colhe-a! Mesmo que momentânea, não deixa de ser uma dádiva.

Ana Matos
11.10.2008

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Merecimento


“Quem semeia ventos, colhe tempestades”

Recebemos o que merecemos. E o que merecemos é directamente proporcional ao que praticamos no presente, implique o acto esforço ou não.


“Deus é tardeiro, mas é justiceiro”

O que nos pertence, o que é nosso por direito, a nós torna. Independentemente do tempo que levar.


“Tens aquilo que mereces”

Tenho mesmo aquilo que mereço?
A ideia de que merecemos sempre algo mais faz parte da ambição humana. E a ideia de que merecemos menos do que recebemos?
Podemos considerar que o que nos é oferecido é uma bênção demasiado generosa. Podemos não nos achar dignos de tal dádiva ou sorte.

E tu, mereces tudo aquilo que tens?


17.09.2008
Ana Matos

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

O que sinto

Há uma semana atrás sentia-me confusa, esquisita, triste. Hoje, pelo contrário, sinto-me bem. Uma estranha paz invade o meu ser. Estou feliz. Alegre. Mas não é um sentimento eufórico, é tranquilo. Estou bem comigo mesma. E isso sabe tão bem…



A impressão que sinto no meu peito não é angústia. É algo reconfortante. Eu chamo-lhe de amor.



Neste momento, apenas desejava que estivesses aqui, ao meu lado.



Queria dar-te aqueles beijos loucos cheios de paixão! Acariciar a tua nunca e oferecer-te o meu colo, acompanhado de beijinhos ternos.


Gostava de te abraçar, pousar a minha cabeça no teu peito e ouvir o pulsar do teu coração. Sentir o cheiro da tua pele e o saborear o aroma do teu corpo.


Muito além do desejo, sinto um enorme carinho por ti.


Fecho os olhos e imagino que estas junto a mim. Quase que ouço a tua voz a dizer-me coisas bonitas… Sim. Para mim, o mais simples que possas dizer, mesmo isento de beleza, é belo. Aos meus ouvidos, és pura melodia.


Fico vidrada nos teus gentis olhos esverdeados que transparecem bondade.


O teu sorriso ilumina o meu ser, mesmo nos momentos sombrios.


A sensibilidade que corajosamente demonstras desarma as minhas defesas.


Sinto que sentes o mesmo que eu sinto por ti. Respeito, compreensão, amizade, afecto…


Cada vez mais julgo amar-te de verdade. Sei que apenas o tempo pode testar a genuidade do sentimento. Mas até lá, digo sem receios:

AMO-TE!



22.09.2008
Ana Matos

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Solidão na multidão


Perseguimos e somos perseguidos pela solidão.

Queremos ficar sozinhos.

Desejamos nunca estar sós.

Procuramos respostas de forma isolada, na tentativa de nos achar.

Inquieta-nos a ideia de desamparo.

E, mesmo no meio de uma multidão, podemos estar efectivamente sós…

Contudo, a solidão é uma (ini)amiga que nos acompanha ao longo da vida, numa relação intrínseca de dependência.


Photographia: Numa multidão, desprovida de rostos, surge uma face conhecida. Nós mesmos.
Independentemente dos caminhos que escolhamos, a única certeza que possuímos é a de conviver “eternamente” com o EU.

17.09.2008
Ana Matos

sábado, 13 de setembro de 2008

Pecado

Pecado, s. m., do Latim Peccatu


Relig. Transgressão da lei divina: pecado venial, mortal.


Pecado original, o da desobediência de Adão e Eva no Paraíso, apenas remível pelo baptismo (segundo a lei da Igreja).




Pecado actual, pecado cometido pelo próprio pecador.





Pecado mortal, aquele que faz incorrer nas penas eternas.












Pecado venial, aquele que enfraquece a graça, sem a destruir.




Pecados mortais ou capitais, em número sete, que são considerados como a origem de todos os outros: Soberba, Avareza, Luxúria, Ira, Gula, Inveja, Preguiça.





Pecado da mocidade, falta imputada à fraqueza e à inexperiência da juventude.

Pecados velhos, actos praticados há muito tempo.
Por ext. Transgressão de qualquer preceito ou regra. Falta, culpa, defeito.


A verdade é que “o pecado apenas reside nos olhos de quem o vê”. Não te deixes cegar. Enxerga para lá do óbvio e liberta-te da doutrina, sem medo da penitência.
O maior dos castigos é o imposto por nós mesmos…

13.09.2008
Ana Matos

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Qual é a função de um Blog?

A função do Blog é partilhar informação. Esta pode assumir inúmeras formas. Pode ser notícias da actualidade, viagens, pensamentos e vivências ou o decurso de uma vida, por mais simples que esta seja. Os temas são tão variados como as pessoas que os escrevem.
Desvendar a mente de alguém, descobrir as semelhanças e desvendar as diferenças, é sempre agradável. Igualmente gratificante é despender o tempo de forma inteligente. É neste contexto que gosto de “dar uma olhadela” em http://pensamentos-e-batalhas.blogspot.pt, um espaço criado por alguém original, cujo pseudónimo é Pureza Canto Moniz, que não se limita a desabafar o que sente, desafiando-nos a meditar sobre determinados assuntos.

sábado, 6 de setembro de 2008

As pessoas não se perdem. Acham-se.

Existe tendência para adicionar um sentimento de posse a tudo que nos rodeia. A minha família, os meus amigos, o meu parceiro, o meu carro, o meu dinheiro. Faz a distinção entre objectos semelhantes que assumimos e sabemos ser nossos e não de outra pessoa. Mas será que tudo isso nos pertence de verdade?


Tudo pode-se perder. A família, os amigos, o parceiro, o carro, o dinheiro… Nada é eterno. Até nós mesmos, nos podemos perder.

A dor da perda pode ser devastadora e insuportável. Contudo, se nada chegamos a possuir, como podemos perder seja o que for? É neste sentido que afirmo que as pessoas não se perdem. Acham-se. À semelhança de um objecto caído na rua. Eu acho esse objecto e fico feliz por o encontrar. Por breves instantes sou invadida de uma felicidade imensa. Até chegar o “dono” do objecto e reclamar como seu. Aí, a felicidade desvanece. Contudo, aquele objecto, num presente perdido, fez-me experimentar boas sensações. E são essas sensações, por mais breves que tenham sido, que devem ser recordadas. Não perdi o objecto, porque ele nunca foi meu. E achei-o outrora, o que me fez sentir bem.


Com as pessoas acontece o mesmo. Não se perde alguém, porque as pessoas não pertencem umas às outras. Eu acho um amigo. No presente faz-me bem. Se no futuro não estiver ao meu lado, devo conter a lágrimas e relembrar que já fui abençoada com a sua companhia e que em breve acharei alguém para me acompanhar.

Nunca estamos absolutamente sozinhos. Só se assim o desejarmos. Medo de perder é impossibilitar-nos de achar. Podemos achar a mesma pessoa vezes sem conta. Faze-la feliz por instantes, mais ou menos duradouros. Experimentar sentimentos novos de amor ou ira. Tudo é necessário. Mas sem exageros. Devemos respirar o nosso próprio ar, pelas vias respiratórias que a natureza nos concedeu. Não digo que se deve perpetuar uma procura constante de novas sensações, apenas não devemos fechar a concha e impedir que, pelo menos, nos achem.
Apenas o momento de agora é genuinamente nosso. Este é o presente, onde temos controlo sobre as nossas acções. É neste instante que posso achar algo ou alguém. Num ápice posso ser achada e ser feliz. Contudo, também corro o risco de perder e ser infeliz!? Não. Não se perde as pessoas… Acham-se.
16 de Julho de 2008
Ana Matos

sábado, 16 de agosto de 2008

Revolta

Este simples texto foi redigido em função de uma pessoa cuja amizade me é muito especial. Foi a minha “musa inspiradora”. E apenas tentei descrever o que julgo que ela sentia, naquele momento em que falamos. No fundo, o texto fala de todos nós, que procuramos a aceitação constante, tentando nunca perder a nossa identidade individual.


Revolta


Não sou perfeita. Sou humana. Posso ter muitos defeitos, mas tenho mais qualidades ainda.
Podem acusar-me de muita coisa, excepto de não me preocupar com os outros e de não dar sempre o meu melhor.
Sou fruto de tudo o que me rodeia, inclusive, e principalmente, da minha família. Tanto o que tenho de bom como de mau, a vocês agradeço…
Já não sou uma criança e as penas das minhas asas já são fortes para suportar o peso do meu voo. Só me resta que me deixem voar.
“Só se aprende com os próprios erros”, por isso, imploro, deixem-me errar! Deixem-me viver e ser aquilo que sou. Um ser humano com sentimentos ansioso, por amar e ser amado, por quem lhe é mais próximo.
Quantas provas vos tenho que dar!?! Nem todas do mundo chegariam, porque não podem fazer que sinta algo que não sinto.
Admito. Sou culpada. Culpada por lutar pelo que quero! Culpa por não vos querer magoar ou desiludir. Mas mesmo assim, tenho direitos.
Tenho o direito de ser aquilo que quiser ser, e acima de tudo, o dever de ser quem sou!
Eu sempre vos aceitei, por isso, exijo que me aceitem também! E a única razão pela qual vos peço isto, é porque vos amo…


Ana Matos
28.12.2007

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Numa noite de Setembro

Os grilos cantam a sua rotineira canção, que assinala o final do verão.
Ao longe os carros passam na estrada principal, cujos motores quase abafam o som da natureza. No ar persiste uma leve brisa quente, misturada com o cheiro a terra molhada.
As luzes das moradias impedem a noite de penetrar na rua, afastando a escuridão do olhar.
Tudo parece calmo. A paz aparentemente toma conta do momento, como se todos os seres descansassem no seu leito. De tempos a tempos, uma voz faz-se ecoar no vazio, para se extinguir e dar lugar ao silêncio.
Silêncio. Essa bela forma de comunicação… Ausência de ruídos destabilizadores que perturbam a mente e impulsionadora de nobres ou nefastos pensamentos.
O silêncio não se escuta, sente-se. Sente-se dentro de nós, graças à capacidade de abstracção ou à leveza da alma.
Hoje em dia já não existe silêncio. Na suposta evolução perdemos a capacidade de ouvir os outros e de ouvir a nós mesmos. Já não se sente, pensasse. Julgo que até a própria alma se perdeu no corpo e que o que antes era certo, agora procurasse desesperadamente.
Adoro a melodia dos grilos… É a calmante. Recorda-me a minha doce infância.
O ideal seria regressar à idade da inocência. Mas o mundo não é feito de idealismo, mas sim de idealistas, que um dia serão corrompidos, abrindo os olhos para o mundo real. Por isso, e enquanto sou feita de ideais, tento ouvir o meu silencio, acompanhado pela orquestra desta noite
.


14.09.2007 – 0:25
Ana Matos

Breve Reflexão

As palavras são voláteis, os gestos ambíguos. Nada nesta vida é certo. Nem a memoria, que muitas vezes nos atraiçoa. Os sentimentos mudam, transformam-se, evoluem ou simplesmente extinguem-se. Só o momento de agora é genuinamente nosso. Se o agora amanhã é passado, faz do teu futuro doces recordações, mesmo que apenas sejam a tua verdade.


13.09.2007 – 0:38
Ana Matos

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