Apenas mais uma num milhão
Pensamentos e desabafos de uma pessoa igual a qualquer outra. O que tem de interessante este blog? Não sei... Talvez nada. Talvez tudo. Ele foi criado para mim. Não para ti. Mas, se ler os "pensamentos de uma louca" te fizer bem, fico feliz por contribuir. Seja no que for. Todos os "Homens de boa fé" são bem vindos! E, desde já, Obrigada.
terça-feira, 1 de maio de 2012
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Monster High: Monstros para crianças!
O tempo em que os pequenos tinham medo do velho Papão de baixo da cama acabou!
São super fofas! Uma é filha do Dracúla, outra do Monstro Marinha, do Lobisomem e assim por adiante...( A minha sobrinha de 4anos adora-as! Por isso, passa a vida a pedir-me para jogar e ver os mini-filmes no site oficial das monstrinhas!)
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Sentimento Mágico
Derreto-me quando me das beijinhos atrás da orelha e no pescoço.
Adoro quando abraças-me com força e consigo sentir o teu doce odor. É, sem sombra de dúvida, a melhor forma de começar o dia: cheio de amor e carrinho.
Gosto de adormecer de mãos dadas. De sentir o quentinho do teu corpo a abrigar-me do frio. Amo fazer “ninho” em ti!
Sinto-me protegida no teu largo dorso, relaxada com o teu toque e feliz na tua presença.
Mágico. É mágico o sentimento que sinto por ti e o que me fazes sentir.
Delicio-me em puro deleite, com cada pedacinho do teu ser. Fazes-me ebulir. Fazes-me desejar.
Amo todos os momentos que passo contigo.
Amo-te!

22.11.2010
Ana Matos
domingo, 1 de maio de 2011
Introspectiva
Fiz o queriam e estou na mesma situação, a qual estaria se tivesse feito o que eu queria. Mas existe uma diferença. Se tivessem-me deixado fazer o que desejava, talvez hoje fosse diferente. Talvez fosse mais feliz…
Não vos culpo. A culpa é minha de não ter batalhado. De não vos fazer frente.
Não tenho o direito de reclamar do amor. É provável que tivessem razão. Falta-me a fibra e auto-estima. O facto de não acreditarem em mim apenas reforça o meu pior.
Quando deixei de sonhar? Quando deixei de acreditar? Em que altura eu desisti? Ou simplesmente, ainda resisto em desistir…
Abdicar. Quando decidi abdicar do que sinto em prol do que acho correcto?
Não interessa. Saber as respostas não mudaria o presente ou futuro. Não alteraria o que sinto e o que sou.
Começo a compreender porque a esperança mortifica…
2 de Maio de 2011
Ana Matos
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
1ª Publicação de 2010

quarta-feira, 12 de agosto de 2009
:)
Uma semana de I.S.’s públicas com água ora muito fria, ora muito quente.
Uma semana de muito sol e vento nocturno.
Uma semana a julgar o corchornete como roubado.
Um príncipe e um bad boy que não voltamos a ver.
Um cromo que queria por conversa à força toda.
E muitas histórias eróticas da Happy, narradas pela Sandra e pela Susana, quer nos grãos de areia, quer no meio da “cozinha” pública.
Mas no fim, apenas fica a a memoria que alegremente as fotos avivam… :)
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Longe da Titi
Quem me irá acordar com gritos e beijinhos?!
Como podem os meus ouvidos ouvir a tua doce voz a chamar-me de Aninha sem a minha boca poder beijar a tua face?
Minha adorável sobrinha, como tens coragem de ficar longe da Titi…
Porque 5 minutos longe de ti são suficientes para encher o meu peito de saudades…terça-feira, 4 de agosto de 2009
Longe de ti
Não farei um drama melodramático, mas sim, sei que sentirei muito a tua falta. Mais que a voz, que poderei ouvir pelo telefone, vou sentir a falta do teu toque, do teu sorriso, do teu olhar…
Mas tenho que acreditar que o tempo é veloz e que em breve estaremos juntinhos de novo…
Simplesmente, custa ficar longe dos que se amasegunda-feira, 3 de agosto de 2009
Férias com os amigos
Em breve vincularei a tradição do campismo, junto de três moças desmioladas, prontas para torrarem ao sol os neurónios que sobreviveram ao curso e afogarem suas mágoas no mar.
Tenho a certeza que será mais uma semana fantástica na Costa Vicentina!
Que venha o sol! Que venha as noites mal dormidas, o corpo dorido e os mini-escaldões!!!

terça-feira, 28 de julho de 2009
HOT
Ignora as regras da Estação. Obrigando-nos a uma rápida adaptação.
Como será o futuro? Igual a tantas outras espécies, que sofreram a extinção? Talvez seja justo. A Justiça ‘Natural’. Pois o ser humano subjuga os outros tipos de vida. Acha-se superior e destrói a natureza…
Mas esse futuro parece-me muito longínquo (pelo menos assim prefiro acreditar). Hoje simplesmente está um dia quente de Verão. Um dia lindo, apesar de abrasador… Que inspira sonhos, desejos e amor.

Ana Filipa Almeida Matos
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Coimbra
Soube-me tão bem… Relaxar um pouco antes da «tempestade académica» que se avizinhava. Além disso, o intuído da viagem foi o mais belo dos monumentos e paisagens que poderíamos contemplar… Foi uma linda forma que descobriste de celebrar o nosso amor.
Coimbra é uma cidade mágica, repleta de vida.
Graças a ela voltei a ter esperança na tua relação com os museus. E se pôs um «anti-museus» a “Flipar”, não há nada que esta cidade não consiga fazer e/ou transformar!!!
Foram dois dias bem passados! Ao teu lado… De mapa na mão, mochila às costas e energia para dar e vender!
Ao fim do dia, apenas restou o corpo cansado e um sorriso nos lábios, acompanhados de olhares apaixonados.

Amo-te muito!!!
Rumo ao próximo destino...
domingo, 24 de maio de 2009
Anti-Traje
Na minha opinião, a comodidade deveria sobrepõe-se à tradição. Povra disso, é a minha Avó que tem telemovel! lool
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Escolher
Gostava de não ter que escolher, sem abdicar do meu poder de escolha.Ana Filipa Almeida Matos
7.05.09
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Tenho saudades...

Tenho saudades desses tempos sem responsabilidades, que o divertimento passava por estar com as pessoas de quem gostamos…
Tenho saudades do «meu» grupo, das alegrias e apoio mútuo.
O inevitável aconteceu. Cresci. Apesar de todas as minhas resistências, cresci. Agora pertenço à enfadonha, hipócrita e rígida sociedade «dos Adultos».
Tenho saudades da antiga Ana… Da simples vida que levava, alheia à verdadeira maldade do mundo.
Ana Filipa Matos
6.05.2009
domingo, 19 de abril de 2009
«Convidada de Abril»
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Surpresa!!!
Confesso que andava desconfiada. Sabia que tramavam alguma coisa, alguma surpresa… Contudo, não imaginava que envolvia tantas pessoas.
Assim que abri a porta da sala – que dá acesso ao hall de entrada – vi-me no meio de uma pequena multidão! Sinceramente, fiquei admirada de todos eles se disponibilizarem a fazer-me este mimo.
Estou habituada a fazer surpresas deste género, não a recebe-las. Sei que quando fiz 15 anos a minha mana tentou concretizar um jantar surpresa, mas as pessoas “descartaram-se”. Por isso, fiquei deveras surpreendida com a noite passada.
Sem sombra de dúvida que é necessário reimportar alguém do estrangeiro para efectivamente juntar todas as migalhas… Tenho muito que aprender com a “Rainha de Inglaterra” - Vossa Senhoria «Menina Branquinha Gishma de Grila Amarelinha». LOL
Obrigada Grishma. Obrigada Sandra. Obrigada Bruno. Obrigada pais. Obrigada a todos!!!
Eu ADOREI e a Inezinha também! :p

Ana Filipa Matos
P.S -> Não, o padeiro não se enganou a escrever "Tatiana". Apenas se esqueceu de colocar um espaço entre o "Titi" e a "Ana". lool
sexta-feira, 20 de março de 2009
"S/ titulo"
Apesar das minhas resistências às mudanças, com a companhia de alguns colegas anteriores e o surgimento de novas amizades, tudo correu bem.
Conheci as pessoas do Forte da Casa, como a Grishma, a Tânia, a Sónia, a Soraia entre outros, assim como os da Póvoa, como o David (Costa) e o Tiago. Também entraram na minha vida alguns indivíduos de Vialonga, que conhecia de vista, tal como, a Ana Inês (Chapa), Tatiana, Susana e Gonçalo. Algumas pessoas tiveram mais relevância que outras no inicio enquanto outras acompanharam-me no meu trajecto.
Grishma
Grishma. A primeira vez que vi o seu nome, escrito na folha afixada na janela do bloco, julguei ser um rapaz. Vim no primeiro dia de aulas a descobrir que era uma rapariga. A primeira vez que a vi, a subir as escadas para o refeitório, acompanhada da Sónia e da Luísa, julguei-a mal. O seu cabelo muito loiro e olhos azuis fez-me automaticamente aplicar o estereótipo de «loira boazona», convencida por natureza. Distraída como sou, nem reparei que a sua pálida pele e cabelo amarelo eram simplesmente um sinal de falta de pigmentação, característico de albinismo. A nossa primeira conversa foi sobre assombramentos. Contudo, o tema viera depois de um desabafo meu em forma de crítica, sobre o professor de Físico-Química, que me interrogou sobre o porquê da escolha deste agrupamento. Foi mais o seu comentário, à minha falta de planos para o futuro, que me irritou. A Grishma, sempre generosa, afirmou que até tinha gostado do professor e que não via nada de mal. Foi o suficiente para o surgimento de uma brincadeira que levou toda a turma a chamar o prof. de «Jojô da Grishma». A criação do seu filho em comum, o «Grishmão» veio mais tarde. A brincadeira não era ofensiva, nem era essa a sua intenção. Entretanto, ela e a Chapa passaram o ano lectivo a olhar para a parte da frente das calças do Jojô, afirmando que algo lhes saltava à vista. Taradas!?! E depois eu é que detinha a fama… Só porque usava coleira. Um sinal da minha rebeldia adolescente.
Chapa, Tatiana e Gonçalo
Já as conhecia de vista, do ensino básico. Julgava-as umas pindéricas convencidas. Chamávamos elas de «Tias» por causa do seu modo de vestir e porque os pais iam muitas vezes pô-las à escola e leva-las. Segundo a Chapa, a primeira impressão que teve de mim era de eu ser uma gozona, pois uma certa vez, no autocarro, as suas meias de rede romperam-se e eu gozei com a situação. Não me lembro desse episódio. Mas não devo ter sido a única a ter essa reacção. A primeira recordação que tenho dela é de ela estar sentada na secretária, ao lado da Tatiana, junto à parede, com os óculos na ponta do nariz, a observar extasiada uma caneta, que segurava nas mãos. Jamais esquecerei a sua boca aberta, como se estivesse espantada e fosse a primeira vez que olhasse para uma caneta. Estava ridícula. Demonstrando a falta de interesse pela aula de uma forma absolutamente «croma». Aí, recordo-me de ter gozado da situação. Tinha-se desvanecido a impressão inicial de snobe. Vim pouco tempo depois descobrir que se tratava de uma tarda! No bom sentido. Uma boa pessoa para se dialogar, para voar levemente.
Não consigo recorda-me da Tatiana sem a Chapa. Sempre as associei. Nunca desenvolvi uma amizade forte com ela. Talvez porque levasse as coisas demasiado a serio. Encarava a escola com seriedade, pois tinha que possuir notas para ser médica, ou pelo menos, enfermeira. Tinha a noção de média muito acentuada. Gosto dela. Mas por alguma razão, nenhum laço genuinamente profundo se desenvolveu entre nós. Mas também entrava nas nossas brincadeiras. Também, não tinha muito remédio.
No Básico desconfiava que o Gonçalo era gay, tal como o seu amigo Rúben. Depois de umas perguntas ali e acolá, ninguém confirmou as minhas suspeitas. Com um ar arrogante de poucos amigos, fez-me passar bons bocados. Comecei a chama-lo de «Ratinho» por causa do feitio dos seus dentes. Não eram feios. Eram iguais aos meus mas de maiores dimensões. O seu passatempo, juntamente com o Costa, era mandar-me ao chão, atirar-me na relva… enfim, judiarias!? Mas divertíamo-nos todos. Houve uma vez que me roubou um beijo para ganhar umas cartas magic. Criancices…
Andreia
O exemplo puro de aluna aplicada e filha perfeita. Numero um em tudo. Demonstrava frustração quando assim não acontecia. Ficava desiludida com 16 valores, excepto a matemática. Namorava com um rapaz chamado Victor e raramente, ou quase nunca, passa os intervalos connosco. Nesse ano, a sua existência passou-me ao lado.
David (Costa)
Cromo. Foi essa primeira impressão que tive dele. Sem dúvida que sou péssima a julgar as pessoas à primeira vista. Era incapaz de entender o que ele dizia, pois estava na mudança de voz. Chamávamos-lhe de «assassino em serie». Sempre que alguém faltava dizíamos que ele tinha morto, cortado aos pedaços e colocado na sua enorme mala quadrada. Tinha um certo prazer em impedir as pessoas de Vialonga a saírem na paragem, obrigando-as a dar a volta à Quinta da Piedade. Mas com o tempo relevou-se um bom amigo. Apesar de fazer “o 31” comigo, pondo-me sempre no chão. Tudo na brincadeira, como é óbvio.
Tânia
«Muda». Esta seria a palavra para a descrever ao fim do 1º dia de aulas. Aliás, a sua voz ecoava pouco. Provavelmente devido à sua timidez, levou algum tempo a ambientar-se. Como sorrir não era o seu forte e olhar as pessoas nos olhos muito menos, passava, a impressão de ser antipática ou muito frágil.
Sossegada no seu canto, demonstrou-se extremamente inteligente, aluna aplicada e muito gentil. Passadas as primeiras impressões, houve muitas conversas interessantes e uma grande aproximação. A sua passagem pelo secundário foi atribulada, para não ser problemática. Julgo que possui o poder de atrair azar para si. Se é que alguém possui esse poder.
Diana, Dora e Marta
A Diana e a Marta já eram minhas colegas. Não eram as pessoas com quem mais me identificava, mas ambas eram muito simpáticas e afáveis. Acho que pertencem aquele leque de pessoas que aparentam nunca mudarem…
A Diana tinha muito jeito para teatro e passava a vida a namorar. Também andava sempre acompanhada da Dora. Esta ultima era muito particular. Conhecem aquele género de pessoas que ao contar uma história, por mais interessante que ela seja, conseguem fazer com que se perca o interesse? Ela era assim. E convencida, no meu ponto de vista. Passava a vida a falar dos fim-de-semanas na sua terrinha. De como se divertia com os moços de lá... E blá, blá, blá… Passei as aulas do 11ºano ao seu lado e confesso que muitas vezes desligava o meu cérebro. Simplesmente deixa de ouvi-la. Caso contrario estaria a por em risco a minha sanidade mental. Mas não era má pessoa. Até gostava dela. Apenas era pouco chata.
Baldas. Baldas. Inteligente. Divertida. Baldas. Simpática, genuína e baldas. É a melhor maneira de descrever a Marta. Uma querida. Estudava quinze minutos antes dos testes, num café barulhento, e tirava positivas altas. Faltava muito. Talvez por isso mesmo, nunca desenvolvemos uma verdadeira amizade. Mas era e é boa rapariga.
Carina e Tiago
O casal maravilha. Conheceram-se no 10º ano e namoram uns três anos. Ele tinha a face quadrada e era convencido. Mas não tenho nada apontar contra. Excepto a sua forma de vestir. Calça branca justa, t-shirt do Benfica e fio de ouro à mostra. Numa palavra: Medonho!?!
Comecei a andar com a Carina quando, no 7ºano, ela queimou o pé. Costumava fazer-lhe companhia até casa. Depois começamos a ir juntar para a escola e começamos a ser amigas. Lembro-me de lhe ajudar a estudar para os testes e de como fiquei triste quando ela chumbou. Dissimulada, só descobri quem ela era verdadeiramente muitos anos depois.
(Mesmo que não mereça destaque, o mal faz parte da vida. Não se deve confina-lo ao esquecimento. A recordação lembra-nos das lições que apreendemos.)
Susana, Silva, Márcia e Nabila
As duas primeiras, aparentemente descontroladas, pareciam siamesas. Estavam embriagadas pelos prazeres da vida e novas descobertas. Entre maluquices, estudo e gargalhadas, aproveitaram os seus últimos anos de adolescência de forma vigorosa.
Robin Williams. Nesse ano a Márcia escrevia o seu nome em qualquer quadro negro desprotegido, que conseguisse alcançar. Era sua fã incondicional. Uma pessoa «humana» e de ideais fortes. Teria sido interessante desenvolver uma relação mais próxima com ela. Mas não se proporcionou.
Quanto à Nabila, a melhor palavra para a descrever é «ego-indestrutível». Sei que essa palavra não existe, mas julgo aplicar-se correctamente. Ela sabe o que quer, luta pelo que quer e nada nem ninguém a conseguia deitar abaixo. Se a vida é uma selva, ela pertence ao topo da cadeia alimentar. Segundo suas palavras, “nós” pertencíamos ao «grupo da seca». O engraçado consiste no facto do grupo da seca ter sido o único a sobreviver às mudanças do tempo…
Viva aos «secosos»!!!
Joãozinho, Fábio, Rossi & SA.
O Joãozinho já tinha sido da minha turma no 5ºano. Pouco falávamos. No decurso do secundário o mesmo aconteceu… Descreve-lo. Neste momento não consigo. A única palavra que me ocorre é: Gozão.
O Fábio devia ser hiper-activo. Quando estávamos juntos na aula de inglês ele não parava quieto um segundo!?! Ficava atordoada só de o ver a mexer. De um lado para o outro. Sempre na coboiada com os “rapazes”. Entre eles o Rossi. Esse “fala-barato” que nos fazia rir com as suas palhaçadas. Bastante convencido e… igualmente gozão.
Apenas um Projecto
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Entrudo
Ridículo o Carnaval que se vive em todo o país.
Num clima mediterrânico, despem-se as pessoas de preconceitos e roupas. Na tentativa falhada de fazer uma festa semelhante à do Rio de Janeiro.
Numa palavra: Ridículo.
A história do Entrudo é totalmente diferente do samba e das mulheres em roupa interior.
Não faz parte da nossa cultura.
Porquê fazer uma imitação rasca?! Já que se vai falsificar um Miguel Ângelo, contrata-se o melhor dos falsificadores e utiliza-se os melhores materiais. Se mesmo assim, a falsificação ficar muito aquém da original, assume-se o erro. Talvez apreciar aquilo que se possui seja melhor do que cobiçar o que o outro detém.
A época carnavalesca é de alegria! É infantil e sem maldade. Pertence aos corações puros. Às crianças.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Chegou 2009!
Um dia olharei para trás e sentirei orgulho de mim…
E desejos para 2009?
Muitos. Sempre os mesmos desejos. Um pouco ou nada modificados.
Mas estou feliz. Celebrei a entrada deste ano ímpar na companhia que amo e aprecio.
Apesar do meu esforço em juntar as migalhas ser praticamente em vão, consegui fazer um pão miniatura com os ingredientes que dispunha. E dessa massa saiu sentimentos muito benéficos, nem que seja o facto de nunca ter desistido de fazer a receita de amizade.
E viva à Sueca! Com as batotices da minha avó e do Henrique!?! Lol
Viva ao Catam e à minha cidade e aldeia versus as seis aldeias dos moços!
Viva aos tradicionais tachos, espumante, passas e doces.
Viva às conversas até madrugada e viva ao Beijo. Seja ele de amizade, carinho ou pura paixão!
Viva às simples coisas da vida que não costumamos dar valor…
Numa simples palavra: ADOREI!
Que venha mais um ano! Eu irei passar por ele e não ele por mim. E irei passar bem acompanhada!










