quarta-feira, 29 de junho de 2011

Monster High: Monstros para crianças!

O tempo em que os pequenos tinham medo do velho Papão de baixo da cama acabou!


Agora, o mais provavem, é verem o Papão vestido com seda cara e de laçarote, enquanto bebe chá com os ursos de peluche. E não se admirem que na companhia deles estejam vampiros, lobisomens, zombis e múmias!?!

Se voçes têm crianças pequenas do sexo feminino, de certeza que já conhecem estas novas meninas da Mattel: As Monsters High!



São super fofas! Uma é filha do Dracúla, outra do Monstro Marinha, do Lobisomem e assim por adiante...( A minha sobrinha de 4anos adora-as! Por isso, passa a vida a pedir-me para jogar e ver os mini-filmes no site oficial das monstrinhas!)










Os jogos do site são baseados nas aventuras das monstrinhas, que, apesar da sua aparência diferente, não deixam de ter os mesmos problemas de adolescentes normais (brigas, injustiças, paixões...). Cada personagem tem uma personalidade e caracteristicas destintas, o que as torna únicas.



segunda-feira, 2 de maio de 2011

Sentimento Mágico

Derreto-me quando me das beijinhos atrás da orelha e no pescoço.



Adoro quando abraças-me com força e consigo sentir o teu doce odor. É, sem sombra de dúvida, a melhor forma de começar o dia: cheio de amor e carrinho.




Gosto de adormecer de mãos dadas. De sentir o quentinho do teu corpo a abrigar-me do frio. Amo fazer “ninho” em ti!



Sinto-me protegida no teu largo dorso, relaxada com o teu toque e feliz na tua presença.



Mágico. É mágico o sentimento que sinto por ti e o que me fazes sentir.



Delicio-me em puro deleite, com cada pedacinho do teu ser. Fazes-me ebulir. Fazes-me desejar.



Amo todos os momentos que passo contigo.




Amo-te!



22.11.2010


Ana Matos

domingo, 1 de maio de 2011

Introspectiva


Fiz o queriam e estou na mesma situação, a qual estaria se tivesse feito o que eu queria. Mas existe uma diferença. Se tivessem-me deixado fazer o que desejava, talvez hoje fosse diferente. Talvez fosse mais feliz…


Não vos culpo. A culpa é minha de não ter batalhado. De não vos fazer frente.


Não tenho o direito de reclamar do amor. É provável que tivessem razão. Falta-me a fibra e auto-estima. O facto de não acreditarem em mim apenas reforça o meu pior.


Quando deixei de sonhar? Quando deixei de acreditar? Em que altura eu desisti? Ou simplesmente, ainda resisto em desistir…


Abdicar. Quando decidi abdicar do que sinto em prol do que acho correcto?


Não interessa. Saber as respostas não mudaria o presente ou futuro. Não alteraria o que sinto e o que sou.


Começo a compreender porque a esperança mortifica…



2 de Maio de 2011


Ana Matos

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