Fiz o queriam e estou na mesma situação, a qual estaria se tivesse feito o que eu queria. Mas existe uma diferença. Se tivessem-me deixado fazer o que desejava, talvez hoje fosse diferente. Talvez fosse mais feliz…
Não vos culpo. A culpa é minha de não ter batalhado. De não vos fazer frente.
Não tenho o direito de reclamar do amor. É provável que tivessem razão. Falta-me a fibra e auto-estima. O facto de não acreditarem em mim apenas reforça o meu pior.
Quando deixei de sonhar? Quando deixei de acreditar? Em que altura eu desisti? Ou simplesmente, ainda resisto em desistir…
Abdicar. Quando decidi abdicar do que sinto em prol do que acho correcto?
Não interessa. Saber as respostas não mudaria o presente ou futuro. Não alteraria o que sinto e o que sou.
Começo a compreender porque a esperança mortifica…
2 de Maio de 2011
Ana Matos
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